Vigilância Epidemiológica

A Vigilância Epidemiológica de Canoinhas é responsável por ações que proporcionam o conhecimento, detecção e prevenção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.

Os principais eixos da Vigilância Epidemiológica são:

  • Vigilância de Doenças e Agravos Crônicos
  • Vigilância das ISTs, HIV/AIDS e Hepatites Virais
  • Vigilância de Doenças Agudas e Imunização
  • Vigilância das Endemias, Acidentes por Animais Peçonhentos e doenças transmitidas por vetores
  • Sistemas de Informação

Atua principalmente na prevenção, detecção e tratamento de doenças e agravos individuais ou coletivos. Suas principais ações são: Controle e combate à dengue; vigilância da situação de saúde; assistência, acompanhamento, tratamento e controle dos pacientes dos programas de tuberculose, hanseníase e de ISTs/HIV/AIDS; notificação de casos e investigação epidemiológica de doenças e agravos de notificação compulsória de caráter federal e estadual, alimentação e análise de dados de sistemas de informação; implantação e implementação das medidas de controle de doenças transmissíveis; divulgação de informações e de resultados.

O setor de controle de endemias tem como função planejar, organizar, orientar, normalizar, coordenar e supervisionar as atividades de vigilância epidemiológica. Atua na vigilância epidemiológica de dengue, zika, chikungunya, malária, leishmaniose tegumentar americana, leishmaniose visceral (canino e humano), esquistossomose, doença de chagas, filariose, febre amarela, epizootias de primatas não humanos (PNH), acidentes por animais peçonhentos, brucelose, febre maculosa, hantavirose, leptospirose, raiva e teníase/cisticercose monitorando e avaliando seu comportamento epidemiológico para o desenvolvimento de ações de prevenção e controle. Também é responsável por analisar dados referentes ao perfil epidemiológico dessas doenças, orientar manejo da Achatina fulica e medidas diante de exposição humana a esta espécie, fazer capacitações e treinamentos para os profissionais que atuam na vigilância dos agravos do setor, executar bloqueio vacinal de foco positivo de raiva animal, monitorar os casos de dengue notificados na região, monitorar os focos de Aedes aegypti na região, enviar amostras para o laboratório central para taxonomia de animais peçonhentos, carrapatos e pulgas, flebotomíneos, triatomíneos, morcegos, ovos e larvas de culicídeos (Aedes aegyptiAedes albopictus, entre outros), insetos em geral, fazer vigilância em armadilhas e pontos estratégicos para impedir a proliferação do Aedes aegypti no município, orientar proprietários quanto a adequação de estabelecimentos, desenvolver campanhas de sensibilização e desenvolver ações intersetoriais para estimular o combate do Aedes aegypti.

 


É importante saber
Oferece atendimento presencial
Oferece atendimento por telefone

Como solicitar?
Por Telefone


Ambulatório de Epidemiologia


Fone: (47) 3622-8416

Presencialmente


Ambulatório de Epidemiologia



Rua Emílio Scholtz, 1200, Centro
89.460-000

Órgão / Entidade responsável
  • Secretaria de Saúde - SMS
  • Rua Felipe Schmidt, 10 - Centro
  • (47) 3621-7718 - Principal
  • saude@pmc.sc.gov.br

Atendimento preferencial
Lei Federal 10.048 / 2000
As pessoas em qualquer uma das situações abaixo tem a prioridade de atendimento garantida por Lei.
  • Portadores de Deficiência
  • Idosos
  • Gestantes e lactantes
  • Pessoas com criança de colo
  • Obesos